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Faculdade de Produção Editorial * Part 1

Oi oi gente. Vim falar sobre um assunto que estou enrolando há muuito tempo para contar para vocês: minha faculdade *--*
Mas esse assunto rende muito para mim (vocês não tem noção), por isso farei duas partes sobre ele, okey?

Nessa primeira parte, vou falar como escolhi o curso e porquê. E no meio dessa estória, dar dicas de como fazer isso. Coisas que me ajudaram e que podem te  ajudar.

Então vamos lá!

Primeiro quero mostrar o processo que fiz para escolher esse curso (que ninguém conhece) e o que ele abrange no mercado de trabalho (ninguém imagina). Falarei mais sobre ele na parte II. 

ESCOLHA (Como escolhi o curso)

Na infância nos perguntaram o que queríamos ser quando crescêssemos e a nossa resposta sempre foi motivo de fofura e ingenuidade. Na juventude nossos pais não nos escutaram porque sabiam que a gente ia mudar de opinião, ou ficar encucado com o tal do "homem na lua". Já na adolescência, a resposta já amadurecida é seguida por uma crítica e um julgamento do seu futuro.

Agora imagine, que no primeiro ano do Ensino Médio enquanto meus colegas respondiam Direito, Medicina, Jornalismo ou Publicidade e Propaganda, eu tentava ficar quieta com medo de ser julgada com o meu simples "Não sei ainda".
Mas não demorei muito para descobrir que eles estavam tão indecisos quanto eu, só não queriam mostrar para o mundo.
No segundo ano eu tive uma crise. Me lembro que por semanas eu procurei me informar e achei métodos de filtrar as milhares de opções para a minha vida universitária. 

COMO FIZ ISSO?

Tirei da lista TUDO o que eu sabia que não queria desde já. Nessa etapa você precisa se conhecer. No meu caso foi tudo que envolvia matemática (sou de humanas, ué). Já nessa hora, eu escolhi a área: Comunicação. 
Com você isso pode demorar mais. Porque em alguns casos você ama várias áreas, ou ainda não sabe o que você ama. Pode acontecer!

* Dica clichê mundial: faça teste vocacional. Lembre de ser honesto(a) e verdadeiro(a). Mantenha a calma se sair vários cursos em diferenças áreas. Pense em qual ama mais, e equilibre umas com as outras.

Quando você encontra a área parece que o mundo está enfim perfeito. Sem brincadeira. Ou você pode juntar duas áreas que você ame, como gostar muito de Administração e Engenharia e escolher Engenharia de Produção. Viu? não é tão difícil.  Minha frase de vida é: Tudo se resolve com tio Google e um pouco de tempo.

AMANTE DE .... ?

Enfim você sabe qual área você mais quer, a que se sobressai da outra no quesito "apreciar". Agora você precisa descobrir o que você quer fazer na prática dentro dessa área.

COMO ACONTECEU COMIGO?
Depois que escolhi a área de Comunicação me perguntei o porquê de ter feito isso. E a descoberta é a parte mais fácil. Pode parecer trivial, mas é importante. E a minha resposta foi bem simples: eu amo ler, eu amo olhar e criticar a parte de diagramação, capa e tradução e eu amo assistir filmes. 

Quem poderia dizer que eu acharia um curso para trabalhar em qualquer área dessas que eu amo? Se você me dissesse isso há anos atrás, eu não acreditaria. 

Mas aconteceu! O curso de Produção Editorial abre um leque de possibilidades como: edição, diagramação e tradução de texto, criar capas, criar roteiros para o cinema, editar um jornal, um livro, uma revista e qualquer conteúdo que eu quiser, como um blog. Foi perfeito para mim. 

VEJA NA PRÁTICA 

Talvez aquela profissão dos sonhos, no fim não seja nada do que você queira fazer. Como uma pessoa que queira ser médica, mas no fim Enfermagem cai melhor na sua personalidade. No meu caso, eu quero ser editora literária mas quando pesquisei, percebi que um assistente (cargo muito abaixo do editor) faz mais coisa que gosto do que a minha profissão dos sonhos. São coisas como essa, que você só descobre com pessoas que estão na área.


Mas lembrem sempre de que para qualquer decisão na vida, vocês precisam se conhecer antes de mais nada.
Foi isso pessoal.
Beijos de luz *--*

CONTINUA...

Quem lê mais? Os homens ou as mulheres?


Olá leitores de plantão. Reparei um tempo atrás, que toda página de algum livro (na rede social do Skoob), faz uma porcentagem de gênero que mais leu o livro em questão. E generalizando muuuito, a porcentagem é de normalmente 90% mulheres e 10% homens.
   E eu comparei livros de todos os gêneros possíveis, como Chick-Lit, Distopia, Fantasia, Auto-ajuda, Drama, Suspense, Terror, e muitos outros. E cheguei a conclusão, como leitora e sem nenhuma pesquisa, que é a Mulher quem lê mais. Não importa o gênero nem a época do ano, se o livro está ao seu alcance, a mulher o lê. Admito que antes dessa pesquisa, eu não sabia o porque. 

Nova Coluna - Editoração

    Olá galera. Esse post vai ser apenas para dar uma notícia pra vocês.
Antes de tudo quero expressar que o meu sonho é fazer faculdade de Editoração, prefiro chamar de PRODUÇÃO EDITORIAL *mais bonito neh*. Para quem não conhece, aqui vai uma mini explicação, do que esse profissional faz no mercado de trabalho:

“Produção Editorial é um curso dentro da área de Comunicação Social. O profissional coordena a edição de livros, revistas, catálogos, folhetos, websites e produtos interativos. Este profissional pode se ocupar de uma variedade de atividades ligadas a publicação de obras escritas que vão desde a seleção de textos até o domínio de estratégias de marketing, passando por conhecimentos técnicos relacionados à tradução, diagramação e impressão.”

   A ideia veio por causa do artigo que escrevi hoje, sobre Romance de época versus Romance Histórico (clique aqui para ler), e eu não sabia onde ‘fixar’ o texto no blog. E foi pensando nessa minha profissão dos sonhos e na dificuldade de organização, que eu criei uma nova coluna no blog.
   Essa coluna aqui no IL, servirá para não deixar alguns assuntos que gosto de comentar voando por aí sem rumo com milhares de marcadores.
Então, dentro desta coluna irá ter assuntos referentes ao mundo editorial, como por exemplo: gêneros, editoras, curiosidades sobre as pessoas que produzem o livro, o custo de livros, e por aí vai. Será um tipo de 'backstage’ adaptado desse universo imperfeito.

Então por enquanto, temos 4 colunas oficiais aqui no blog: 
Descobertas, Editoração, Resenhas e TAG's

Isso é tudo galera.
Bjs ^.^

Diferença entre Romance de Época X Romance Histórico

Olá gente. Hoje é o meu primeiro aniversário de namoro do ano *own que gay neh* Mas calma, não vim aqui pra falar sobre meu relacionamento. É que eu estava tão no clima de romance que resolvi fazer esse post sobre o assunto que me confundiu há muito tempo atrás, e que sei que para quem lê o gênero tem suas dúvidas também.
O romance tem subgêneros que precisam de definições, e quando se trata desses dois, é necessário saber a importância que cada um tem. Ando lendo muito o romance de época e eu me apaixonei por tudo que a história contém: paixão, enredo, cenas mais quentes e personagens inteligentes.
Adoraria dizer que já li livros suficientes desses dois subgêneros, mas estaria mentindo. Os dois tem características em comum, como por exemplo o fato de que se passam normalmente no século XIX e mostram como era a vida cotidiana da época. Mas possuem váarias diferenças. Então vamos às definições.

Romance de Época

O enredo desses livros é totalmente voltado para o casal de protagonistas. Sempre existe o fogo inicial da paixão e normalmente é motivado por intriga, matrimonio sob pressão ou teimosia de uma das duas partes, ou as duas. E ainda existe o clichê de “eles se odeiem mas se amam”.
Esses livros retratam uma mulher diferente das outras que se viam na época, e aos olhos do homem ela pode ser vista como independente, teimosa, que tenha personalidade forte e uma beleza não tão apreciada na sociedade em que se encontram, mas se estivessem no nosso presente seriam consideradas mulheres 5 estrelas. Já o homem é sempre do tipo ‘macho alfa’: rico, conquistador e bonito.


Se formos fazer uma generalização para simplificar, poderíamos dizer que todo romance épico se passa na sociedade londrina no século XIX. Algumas coisas aparecerem em todos esses livros sem exceção. São elas: festas de debutantes, regras de etiqueta, diálogos recatados, desigualdade de classes sociais, moda, submissão feminina, etc.

Após ter oportunidade de ler vários livros desse subgênero, é comum o leitor perceber um tipo de padrão que existe nessas histórias, mesmo de autoras diferentes. E a única editora aqui no Brasil que vi que descobriu o fato das brasileiras amarem essas histórias, foi a Editora Arqueiro.
Aqui algumas indicações de escritoras e livros: Julia Quinn, Lisa Kleypas, Madaline Hunter e Jane Austen.



Romance Histórico

O fator principal desse subgênero é literalmente o fato de conter História. Pode parecer meio óbvio se pensar que já está escrito no próprio nome, mas quando começa a ler o livro percebe que tem coisa demais para se confundir com o romance anterior. Uma das características que mais se destaca é a preocupação com fatos, datas e costumes são a base desses livros.
Eu disse no começo do post, que confundir o romance histórico com o de época seria quase um insulto. Não foi para desmerecer nem insultar o romance de época. Mas nesse subgênero em questão, a prioridade do escritor é conectar fatos verídicos com a ficção. Então os autores nesse caso, levam quase se não mais, de décadas para pesquisar e escrever um livro que estejam trabalhando, só para tudo o que estiver dentro dele seja realmente realístico e juntado enfim com o romance fictício.

PRINCIPAIS SUGESTÕES: Ken Follett , Bernard Cornwell e Philippa Gregory.


* Compre livros de banca. É um ótimo jeito de conhecer esses dois subgêneros. Livros de bancas são pequenos e baratos e uma ótima pedida.

 Espero que tenha gostado dessa curiosidade a mais na sua vida.
Até a próxima *-*